Dhitt

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Meu mundo!!

 Olha a gravidez da minha irmã!!
Olha que notícia maravilhosa: estou grávida. Não é uma maravilha?

Poderei sentir o que as mães falam a respeito do instinto maternal embutido em cada mulher.

Sinto um ser crescendo dentro de mim, e já estou fascinada por ele.

Me sinto muito feliz!!!




Não vou negαr que outrα pessoα não servira.
tem que ser você sem porque,sem pra quê
     tem que ser você,sem ser necessário entender,
Só queriα que soubesse que te gosto muito & que de αlgumα formα
você já fαz pαrte dα minhα vidα .
TE AMO 


1) Você receberá um corpo. Poderá amá-lo ou odiá-lo, mas ele será seu todo o tempo.

2) Você aprenderá lições. Você está matriculado numa escola informalde tempo integral chamada Vida. A cada dia, terá oportunidade de aprender lições. Você poderá amá-las ou considerá-las idiotas eirrelevantes.

3) Não há erros, apenas lições. O crescimento é um processo de ensaio e erro, de experimentação. Os experimentos 'mal sucedidos' são partedo processo, assim como experimentos que, em última análise, funcionam.

4) Cada lição é repetida até ser aprendida. Ela será apresentada à você sob várias formas. Quando você a tiver aprendido, passará para a próxima.

5) Aprender lições é uma tarefa sem fim. Não há nenhuma parte da vida que não contenha lições. Se você está vivo, há lições a serem aprendidas e ensinadas.

6) 'Lá' só será melhor que 'aqui', quando o seu 'lá' se tornar um'aqui', você simplesmente terá um outro 'lá' que novamente parecerá melhor que 'aqui'.

7) Os outros são apenas espelhos. Você não pode amar ou odiar alguma coisa em outra pessoa, a menos que ela reflita algo que você ame ou deteste em você mesmo.

8) O que você faz da sua vida é problema seu. Você tem todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que você faz com eles não é da conta de ninguém. A escolha é sua.

9) As respostas para as questões da vida estão dentro de você. Você só precisa olhar, ouvir e confiar.

10) Você se esquecerá de tudo isso.. e ainda assim, você se lembrará. 




Essa vida é sua...
Encontre a força
Para escolher o que você quer fazer
E faça bem feito
Encontre a força
Para amar o que você quer da vida
E ame com honestidade
Encontre a força
Para andar na floresta e fazer parte da natureza
Encontre a força
Para controlar a sua própria vida
Ninguém pode fazer isso por você
Nada é bom demais para você
Você merece o melhor
Encontre a força
Para fazer sua vida saudável, excitante
Vale a pena ser muito feliz
Assim você chegará aos seus sonhos.



O meu mundo é cheio de encαntos.
cheio de pessoαs especiαis.
de pessoαs q não vαlem o chão q pisαm.
de pessoαs eternαmente guαrdαdαs nele.
de pessoαs q jα sαírαm dele e não fαzem fαltα.
mαs tbm de pessoαs q forαm emborα e fαzem umα fαltα imensα.

O meu mundo é constituído de sonhos.
de mto cαrinho e αmizαde. e de, sobretudo, de αmor. Um αmor imenso com todos os seres q vivem nele. :D

sábado, 30 de julho de 2011

Como me tornei "enfermeira"

Não me lembro ao certo quantas foram as tentativas frustradas da minha mãe de me ensinar alguma coisa relacionada a área da enfermagem. Minha mãe trabalhou na enfermagem por quarenta anos. Sim, ela já está aposentada. Quando eu tinha mais ou menos uns dez anos, ela me ensinou a verificar sinais vitais (pressão, pulso, temperatura e respiração) e aplicar injeções (ela era minha cobaia). Sinceramente, só fazia aquilo porque achava divertido. O tempo foi passando e eu trabalhando em casa, na firma do meu pai. Até que um dia, a mesma tia do post dos livros, veio me falar que estava abrindo um curso de auxiliar de enfermagem numa cidade vizinha e que nós duas deveríamos fazer. Era de graça. No começo achei engraçado, imagina, nunca quis aprender nada nessa área com uma professora em casa, agora me inscreveria e faria um ano de curso...mas sim, foi isso que aconteceu!
Eu não queria mais trabalhar em casa e achei uma desculpa para então "fugir" do serviço. Fizemos a inscrição e começamos a frequentar o dito curso. Era abril de 1997.
Florence Nightingale - pioneira da enfermagem

Eu já estava empolgada, achando que veria sangue, emergências e coisas bizarras nos primeiros dias de aula. Nossa, que grande engano! Nos primeiros quatro meses, ficamos na sala de aula estudando teoria. Ás vezes quando tinha algum paciente internado que tinha alguma doença incomum, ou algum fato sórdido, a professora nos levava para então estudarmos os pacientes, no quarto deles.
Confesso a vocês que enfermagem realmente não é uma profissão que você faz sem gostar. Não foram nem um, nem dois dias que voltei para casa chorando, pensando em desistir. Minha mãe na verdade, sempre me desestimulou, pois sabia o quanto era difícil e me dizia que eu não conseguiria, que eu deveria deixar a vaga do curso para quem realmente gostasse de cuidar dos outros, pois essa profissão "não é pra qualquer um". Sim, foram essas as palavras usadas por ela. Me senti uma inútil.
Mas, vocês não acreditam o quanto esse "desestímulo" da minha mãe, me motivou! Foi por causa disso que hoje, quatorze anos depois, estou aqui, formada como técnica de enfermagem.
Quanto mais os dias passavam, mais eu me empolgava em querer aprender. Sempre era a primeira a me oferecer para fazer os procedimentos, por pior que eles fossem, eu sentia uma necessidade enorme de aprender a fazer as coisas. O curso era de manhã, e sempre que chegava em casa, minha mãe me perguntava o que eu tinha aprendido. Vendo que eu não iria mais desistir, ela começou me apoiar e me dar dicas.
Aprendi muito com ela, aprendo ainda hoje quando sentamos e discutimos algum caso. Tive ainda a oportunidade de trabalhar com ela em um pronto socorro. Não vou dizer que foi fácil,  pois ela é extremamente perfeccionista, mas valeu a pena. Minha mãe é uma profissional excepcional.


Depois de um ano, me formei e continuei trabalhando nesse hospital onde fiz o curso, por mais três anos. Mais tarde, em 2004, fiz o técnico de enfermagem em Blumenau, e hoje, aqui estou após um longo período de aprendizado (lembrando que nessa profissão o aprendizado nunca acaba), lhes contanto como cheguei até aqui. Não penso em fazer uma faculdade de enfermagem, apesar de amar minha profissão. Penso que não é um pedaço de papel que vai mostrar se você é boa no que faz. Sei que financeiramente, valeria a pena. Mas, eu não continuei nessa profissão por dinheiro, não mesmo! Faço porque amo, e as experiências que você acumula durante a vida é que vão dizer se você é um bom profissional ou não. Dinheiro não é tudo... estou feliz e é isso que importa!

História

Em seus primórdios tinha estreita relação com a maternidade, e era exclusivamente feita por mulheres. A enfermagem moderna, com a suas bases de rigor técnico e científico, começou a se desenvolver no século XIX, através de Florence Nightingale, que estruturou seu modelo de assistência depois de ter trabalhado no cuidado de soldados durante a guerra da Criméia. a sua assistência baseada em fatos observáveis prestou valiosa contribuição na recuperação dos moribundos, e iniciou uma nova vaga do conhecimento em enfermagem, através do caráter científico que lhe impunha. Caracteriza-se por efetuação de refistos clínicos, dando origem à implementação do, ainda atual, e mundialmente adaptado, processo clínico do doente.


Florence Nightingale
A NANDA International, define o fenômeno da Enfermagem como sendo as respostas humanas a problemas reais e ou potenciais de saúde. (NANDA International, 1990)
A enfermagem tem atualmente buscado uma linguagem própria. Há uma iniciativa constantemente atualizada e editada pelo Conselho Internacional de Enfermeiras (ICN), designada por Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE). Esta classificação guia os enfermeiros na formulação de diagnósticos de enfermagem, planejamento das intervenções e avaliação dos resultados sensíveis aos cuidados de enfermagem. O material editado nesta CIPE é fruto do trabalho de várias associações que formulam as linguagens da enfermagem.
Existe também a Classificação de Diagnósticos da NANDA, um manual padronizado de diagnósticos de enfermagem, da NANDA International, no qual os diagnósticos reais e de risco são listados com suas características definidoras e seus fatores relacionados, uma estrutura diagnóstica que não se encontra em nenhuma outra linguagem de enfermagem.
Portanto, a enfermagem é um trabalho de perfeita ordem com responsáveis a serviço da saúde, implementando, desenvolvendo, coordenando serviços, havendo até certas e determinadas classes profissionais que lhe atribuem , com desdém, a manipulação dos serviços de saúde dado o elevado número de profissionais que se verificam, e pelo brilhantismo superior com que projetam novas configurações de políticas de saúde, com principal ênfase nas políticas de promoção da saúde. Destaca-se neste campo, a implementação de programas de vacinação que nasceram da enfermagem comunitária do arquipélago dos açores, implementada por enfermeiros açorianos e que rapidamente se estendeu ao portugal continental.
Nos dias de hoje, o enfermeiro licenciado em Portugal é visto como tendo uma das melhores formações na área da enfermagem a nível Mundial
O enfermeiro está habilitado a conduzir o parto, ou seja, realmente "fazer" o parto. Isto ocorre em consideração a natureza puramente natural e fisiológica do processo. Durante o trabalho de parto, o enfermeiro pode examinar a gestante verificando suas contrações dilatações e outras alterações fisiológicas do organismo, devendo também saber discernir entre alterações patológicas, onde deverá imediatamente encaminhar a gestante para cuidados médicos. Além disso, o enfermeiro obstetra está habilitado a realizar episiotomia e episiorrafia com anestesia, já que o mesmo é capacitado e treinado para tal.
Garantido pelo Ministério da Saúde, o enfermeiro é acobertado para realizar todo e qualquer parto normal sem distócia, ou seja, sem nenhuma complicação, e também que não haja nenhuma doença associada a gravidez (como hipertensão, diabetes ou cardiopatias). Uma prova disso são as casas de parto, onde são os enfermeiros obstetras quem realizam os partos normais, cabendo a eles, privativamente, a direção e coordenação destas instituições.
E finalmente, durante o puerpério (período após o parto) o enfermeiro realiza os cuidados necessários à mãe, aplicando seus conhecimentos técnico-científicos, para que seu organismo volte o mais rápido possível às condições pré-gravídicas, e também orientações de auto-cuidado e ao cuidado com o recém-nascido e ainda planeja e executa ações de conforto para mãe e para o neonato.
O envelhecimento é um processo biopsicossocial complexo. Muitas vezes, discriminado devido à ênfase cultural direcionada aos jovens. O profissional enfrenta desafios particulares, devido à diversidade da saúde física, cognitiva e psicossocial dos pacientes.
Antes de fazer uma avaliação de saúde, o profissional de conhecer os achados normais esperados da avaliação física e psicossocial do idoso e deve levar em consideração a mudanças normais do envelhecimento. Uma comparação entre os achados esperados e os reais evita que o profissional se concentre e dados de avaliação anormais.
Para dar assistência de enfermagem correta e individualizada, o profissional deve aprender a distinguir entre mito e realidade e ser capaz de identificar os pontos e as limitações de seu paciente.
Em Portugal esta especialidade ocupa-se da reabilitação de pessoas com Handicaps físicos, permanentes ou temporários com o intuito de restaurar o seu funcionamento individual normal ou adaptar a Pessoa a uma nova situação de saúde relacionado com a vertente da funcionalidade corporal, com o intuito de manter a sua qualidade de vida. A Enfermagem de Reabilitação tenta por todos os meios ao dispor, proporcionar um incremento de maior potencial fisiológico ao ser humano, nas suas capacidades de desempenhar as suas actividades de vida. não descurando o aspecto psicológico, cada ser humano é tratado como um ser único, indivisivel, com características próprias, que o moldam na sua personalidade, no seu carácter, no seu pensamento, e que congregam para a formação da sua personalidade e das característica que as compõem e que tornam essa pessoa no ser único. Assim, cada pessoa, será alvo de tentativa e reunião de esforços por parte do enfermeiro em capacitar para a independência nas suas actividades de vida diária tendo em conta a sua motivação, o intercâmbio que os factores de vida lhe proporcionam em satisfação e motivação pessoais para realizar as suas actividades de vida. Em Reabilitação, a pessoa que sofreu as consequências de uma patologia debilitante é alvo de todos os esforços por parte do enfermeiro em conseguir ver estabelecida a motivação e a consequente satisfação (traduzida em resultados observados) em ser capaz de realizar as acções nos seus hábitos de vida de modo a reintegrar a pessoa na sua vida anterior tendo em conta, as possíveis limitações que se poderão, ou não constatar.
Sendo uma ciência holística, ou seja, cuida do paciente como um todo, não apenas a patologia, mas sim em todo ser humano, desde fisicamente, mentalmente prestando assim assistência psicológica ao indivíduo. Na última década foi aberto aos profissionais de enfermagem um amplo campo de trabalho com a criação da Estratégia de Saúde da Família (ESF). Em decorrência deste novo espaço e da necessidade de profissionais qualificados para desenvolver atividade neste programa, estão sendo criados cursos de Especialização em Saúde da Família, dos quais o enfermeiro recebe o título de especialista em Saúde da Família.
Espera-se legislar brevemente a figura do Enfermeiro da Família, que será o Enfermeiro, que, exercendo funções ao nível dos cuidados de saúde primários, tem a si atribuídas, de trezentas famílias (de acordo com a orientação da Organização Mundial de Saúde) seiscentas a oitocentas famílias (três mil indivíduos), acompanhando estas famílias ao longo de todo o seu ciclo vital.
Atualmente a enfermagem é uma das poucas profissões da área da saúde que pode mesclar o "humano com o científico", pois além de cuidar do paciente quando está enfermo, a enfermagem atua na prevenção de doenças e na produção de pesquisas para evitar que as mesmas acometam indivíduos, pre-dispostos ou não.

Bibliografia

  • SELBACH, Paula Trindade da Silva. Desafios da prática pedagógica universitária face a reestruturação curricular: um estudo com professores do Curso de Enfermagem. São Luis/MA: EDUFMA, 2009 [1]
  • "Regulamento do exercício profissional dos Enfermeiros". 2009 [2]